segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Planeta Terra:Dinâmica e Impactos Ambientais

Ø  Estrutura e Composição da Terra

 

Características do planeta Terra
A Terra é um planeta pequeno e sólido que gira em torno do Sol, junto aos demais astros do Sistema Solar. Uma grande parte da Terra é coberta pelos mares e oceanos – é a chamada hidrosfera. A camada mais externa, a atmosfera, é formada por gases. O oxigênio existente na atmosfera e a água líquida tornam possível a vida em nosso planeta. Essa vida, representada pelos seres humanos, animais e vegetais, forma a biosfera.
A parte sólida da Terra é a litosfera ou crosta terrestre. Ela recobre tanto os continentes quanto o assoalho marinho e, de acordo com sua constituição, é dividida em sial (composta basicamente de silício e alumínio, encontrada nos continentes) e sima (composta de silício e magnésio, encontrada sob os oceanos). No interior da Terra acredita-se que existam duas camadas formadas por diferentes materiais rochosos: o manto e o núcleo, constituído basicamente de níquel e ferro (nife).
1. Planeta em mutação

A aparência de nosso planeta sofre constantes transformações. Algumas das mudanças ocorrem de forma repentina e violenta, como no caso dos terremotos e das erupções vulcânicas. Outros processos duram milhões de anos e são capazes de deslocar continentes, erguer montanhas e mudar completamente o aspecto da superfície da Terra. Além disso, a ação das águas dos rios, das chuvas e dos mares, as geleiras e os ventos modificam profundamente o relevo terrestre.
2. A grande viajante

A Terra gira em torno do Sol, em um movimento contínuo chamado de translação. O caminho que percorre tem a forma de uma elipse e é denominado órbita terrestre. O tempo que a Terra leva para percorrer sua órbita é conhecido como ano sideral e dura 365 dias, seis horas e nove minutos. Além disso, a Terra gira ao redor de seu próprio eixo, como se fosse um pião. A esse movimento dá-se o nome de rotação.

        2a. Os dias e as noites
No movimento de rotação a Terra dá uma volta completa em torno de si mesma a cada 23 horas e 56 minutos. Isso faz com que qualquer ponto do planeta esteja iluminado durante 12 horas, aproximadamente, e fique no escuro durante as 12 horas seguintes. Assim, o dia é o período de tempo em que um ponto da terra recebe luz, e a noite o tempo em que está às escuras.
2b. Solstícios e equinócios
Cada hemisfério recebe o máximo de radiação solar durante seu solstício de verão. Nesse mesmo dia, o hemisfério oposto recebe o mínimo da sua radiação anual: é o solstício de inverno.
Ambos os hemisférios, no entanto, recebem exatamente a mesma radiação nos equinócios da primavera e do outono.
Para lembrar:
O eixo de rotação terrestre é inclinado.
Por isso, o número de horas de sol que os Hemisférios Norte e Sul recebem varia ao longo do ano. Essa variação determina as quatro estações e é responsável pelo dia durar seis meses nos pólos e as noites durarem os demais seis meses.
3. O planeta azul

A Terra, o planeta azul, deve seu brilhante colorido às grandes massas de água que cobrem a maior parte de sua superfície. A presença da água líquida é uma das características mais surpreendentes de nosso planeta. Só podemos ver a terça parte de sua superfície sólida, pois o restante é coberto pelos mares, os oceanos e as grandes massas de gelo dos pólos, as calotas polares.

4. Por que existem diferentes climas?

A Terra recebe energia do Sol, na forma de radiação. Nosso planeta é quase esférico, e a quantidade de luz que recebe depende do ângulo que os raios solares formam com a superfície da Terra. O Equador e os Trópicos recebem maior quantidade de luz, por isso são zonas de clima quente. Ao contrário, as zonas polares recebem muito pouca radiação e por isso são zonas de clima frio. Assim, a distinta incidência dos raios solares sobre a superfície faz com que a Terra apresente cinco zonas climáticas.
5. A Terra fluida

A Terra é rodeada por uma camada gasosa contínua chamada atmosfera. A atmosfera é formada por uma mistura de gases, principalmente oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono e vapor d´agua. Essa camada nos protege das radiações nocivas do Sol e controla a temperatura do planeta. Os mares e oceanos formam uma extensa camada de água líquida, interrompida apenas pelos continentes, a que se dá o nome de hidrosfera. A hidrosfera e a atmosfera constituem a parte fluida do planeta, cujas partículas (líquidas e gasosas) podem movimentar-se livremente umas em relação às outras.

6. A Terra sólida
A Terra se parece com uma esfera, ligeiramente achatada nos pólos. Essa forma recebe o nome de geóide. A parte sólida da Terra é chamada geosfera. A geosfera tem uma série de propriedades que ajudam a fornecer muitas informações sobre o planeta. A gravidade (força com a qual a Terra atrai os corpos próximos a ela, dependendo da distância desses corpos em relação ao centro do planeta) varia de um ponto a outro. Essas variações permitiram comprovar que o raio da Terra é maior no Equador do que nos pólos.

              6a. O método sísmico
As mais importantes informações sobre o interior da Terra foram trazidas pelo método sísmico. Esse método estuda as mudanças de velocidade com que as ondas sísmicas atravessaram a Terra. As variações indicam a existência de materiais com propriedades diferentes e permitiram deduzir como é seu interior.
7. Como é o interior do planeta

A Terra divide-se em camadas concêntricas de diferentes composições e estados físicos. As camadas são separadas pelas descontinuidades de Mohorovicic e de Gutenberg. A camada mais externa é a crosta, formada por granito nos continentes e por basalto sob os oceanos. O manto é a camada intermediária e a mais extensa. Supõe-se que seja formado por uma rocha chamada peridotite. Na zona central da Terra encontra-se o núcleo, composto por ferro e níquel.
                         7a. Pesquisa profunda
Uma equipe de geólogos e técnicos da antiga União Soviética perfurou um poço com mais de 14 mil metros na península de Kola. É a mais profunda sondagem realizada até o momento e trouxe informações valiosas a respeito da composição da crosta terrestre. No manto superior, entre 100 e 200 quilômetros de profundidade, existe uma zona chamada astenosfera, pouco compacta, formada por materiais parcialmente fundidos.
A parte do manto situada acima da astenosfera é mais sólida e forma com a crosta uma unidade chamada litosfera.
8. O calor da Terra

A temperatura da Terra aumenta à medida que nos aprofundamos em seu interior. Desse modo, por exemplo, o interior das minas é mais quente que a superfície. A elevação da temperatura devido à profundidade chama-se gradiente geotérmico, e tem o valor aproximado de 1 grau a cada 33 metros. Ao entrar em erupção, o vulcão mostra o calor interno da Terra, capaz de fundir rochas e expulsá-las na forma de lava.
Um pouco mais!
A composição da Terra é estruturada em camadas. A crosta terrestre é constituída principalmente de granito, sob a qual asssenta-se também um camada de basalto, suportando as porções continentais e os oceanos . A litosfera possui cerca de 70 quilômetros de espessura. A 33 quilômetros de profundidade desta camada, a temperatura chega a atingir por volta de 1000C. O manto situa-se na zona inferior à crosta e é constituído de material ígneo rochoso. A composição do manto é constituída principalmente de vários silicatos de magnésio. O núcleo é supostamente constituído de ferro em estado de fusão; o espaço mais interior deste núcleo contém ferro em estado sólido.
As dimensões da Terra vêm a seguir:
Área de Superfície: 315.096.000 de quilômetros quadrados
Massa: 6,586 quatrilhões de toneladas
Circunferência Longitudinal: 39.842,4 quilômetros
Circunferência Latitudinal: 39.775,52 quilômetros
Quanto à composição da Terra, entre um total de 93 elementos químicos naturais existentes, nove destes elementos formam 99% da massa referente à crosta terrestre. Estes elementos são: Oxigênio, Silício, Alumínio, Ferro, Cálcio, Sódio, Potássio, Magnésio e Titânio. . Dois destes, o oxigênio e o silício, consistindo em elementos não-metálicos, formam juntos por volta de 3/4 da crosta terrestre. Já nas camadas internas à crosta terrestre, há a presença de por volta de 2000 tipos diversos de materiais de origem mineral, dos quais a grande maioria é formada por composições entre mais de um elemento químico. Os silicatos são os compostos mais abundantes dentre os minerais que formam a massa da camada interior à crosta terrestre.
Ø Vulcões 

Vulcão  é um ponto da superfície terrestre por onde o material fundido (magma), gerado no interior da terra e, ocasionalmente, material não fundido são expelidos. Estes materiais se acumulam ao redor do centro emissor, dando lugar a relevos com morfologias diferentes. De acordo com esta definição, um vulcão não representa unicamente uma morfologia (em formato de cone ou montanha), mas é o resultado de um complexo processo que inclui a formação, ascensão, evolução, emissão de magma e depósito destes materiais. O estudo dos vulcões e seus fenômenos é a vulcanologia.
Os vulcões são uma manifestação superficial da energia interna da Terra. A temperatura e a pressão são incrementadas na medida em que nos aproximamos do interior do planeta, alcançando uma temperatura de 5000°C no núcleo. O efeito combinado da temperatura e da pressão em diferentes profundidades provoca um comportamento diferente que se estruturam em diferentes camadas.
Alguns vulcões são mais ativos do que outros. Pode se dizer que alguns estão continuamente em erupção, pelo menos no presente geológico. O Stromboli, situado nas Ilhas Lípari, na Itália, tem estado ativo desde a antiguidade. O Izalco, em El Salvador, está ativo desde sua primeira erupção, em 1770. Outros vulcões ativos de maneira constante estão numa cadeia, chamada Cinturão de Fogo, que rodeia o Oceano Pacífico. Na Cordilheira dos Andes, estima-se que existam mais de 60 vulcões que podem ser considerados ativos.
Muitos outros vulcões, como o Vesúvio, permanecem em um estado de atividade moderada durante períodos mais ou menos longos e depois repousam durante meses ou anos. A erupção, depois de um período de latência, costuma ser violenta, como aconteceu com o monte Pinatubo, que, depois de seis séculos, teve uma violenta erupção.
Em uma erupção violenta de um vulcão a lava está carregada de vapor e outros gases, como dióxido de carbono,hidrogênio, monóxido de carbono e dióxido de enxofre, que escapam da massa de lava expelida nas grandes explosões, ascendem formando uma turva e densa nuvem, estas nuvens descarregam, muitas vezes, chuvas copiosas. Porções grandes e pequenas de lava são expelidas em direção ao exterior, e formam uma fonte ardente de gotas e fragmentos classificados como bombas, brasas ou cinzas, segundo seus tamanhos e formatos.
A enorme quantidade de energia liberada durante uma erupção explosiva pode ser avaliada em função da altura que as rochas e cinzas são projetadas. Há relatos de que as cinzas do Krakatoa, na Indonésia, foram lançadas a uma altura de 27 km, em 1883. As nuvens de vapor e poeira assim expelidas podem produzir efeitos atmosféricos e climáticos duradouros.
Ø Terremotos
Terremotos, também chamados de abalos sísmicos, são tremores passageiros que ocorrem na superfície terrestre. Esse fenômeno natural pode ser desencadeado por fatores como atividade vulcânica, falhas geológicas e, principalmente, pelo encontro de diferentes placas tectônicas.
Conforme a teoria da Deriva Continental, a crosta terrestre é uma camada rochosa fragmentada, ou seja, ela é formada por vários blocos, denominados placas litosféricas ou placas tectônicas. Esses gigantescos blocos estão em constante movimento, podendo se afastar (zona de divergência) ou se aproximar (originando uma zona de convergência).
Nas zonas de convergência pode ocorrer o encontro (colisão) entre diferentes placas tectônicas ou a subducção (uma placa mais densa “mergulha” sob uma menos densa). Esses fatos produzem acúmulo de pressão e descarga de energia, que se propaga em forma de ondas sísmicas, caracterizando o terremoto.
O local onde há o encontro entre as placas tectônicas é chamado de hipocentro (no interior da Terra) e o epicentro é o ponto da superfície acima do hipocentro. As consequências podem ser sentidas a quilômetros de distância, dependendo da proximidade da superfície que ocorreu a colisão (hipocentro) e da magnitude do terremoto.
A magnitude é a quantidade de energia liberada no foco do terremoto, sendo medida a partir de uma escala denominada Escala Richter. A intensidade é a consequência causada pela ação do sismo, a destruição provocada por esse fenômeno. A escala mais utilizada para se classificar a intensidade é a de Mercalli.
Entre os efeitos de um terremoto de grande magnitude em áreas povoadas estão a destruição da infraestrutura (ruas, estradas, pontes, casas, etc.), além de mortes. Os sismos nos oceanos provocam a formação de ondas gigantes (tsunamis). Essas ondas podem atingir as áreas continentais, gerando grande destruição.
Milhares de terremotos ocorrem diariamente no mundo. No entanto, a maioria apresenta baixa intensidade e tem hipocentro muito profundo, sendo assim, os terremotos são pouco percebidos na superfície terrestre. O Japão, localizado em uma zona muito sísmica, é atingido por centenas de terremotos por dia.
Os lugares mais atingidos por terremotos são os territórios localizados em zonas de convergência de placas, em especial os países situados nos limites das placas tectônicas. Entre as nações que estão nessa situação podemos destacar o Japão, Indonésia, Índia, Filipinas, Papua Nova Guiné, Turquia, Estados Unidos da América, Haiti, Chile, entre outras.

Ø Tsunamis
JAPONÊS: TSU=PORTO; NAMI=ONDA
Grande onda ou sucessão de ondas marinhas que se desloca através do oceano até por milhares de quilômetros em alta velocidade (pode viajar a mais de 700km/h), com grande comprimento de onda (pode ter mais de 100km) de pequena amplitude (metro a poucos metros) e que torna-se catastrófica ao atingir as profundidades menores das linhas de costa onde eleva-se a grande altura (30 a 40 metros), invadindo violentamente as praias.
Um tsunami pode ter várias origens: tremores sísmicos ou terremoto no assoalho oceânico (maremoto), por diastrofismo e/ou vulcanismo principalmente; deslizamentos com grandes avalanches submarinas em áreas de talude, geralmente provocadas por abalos sísmicos; impacto meteorítico.
Devido a pequena amplitude, as ondas de tsunamis são mal percebidas por quem navega em águas profundas de oceano aberto.
Momentos antes de elevar-se e atingir catastroficamente a costa, a tsunami, devido ao grande comprimento de onda, provoca um rebaixamento do nível do mar que recua significativamente o que pode servir de aviso silencioso para a população procurar rapidamente fugir para área elevadas.
As ondas de marés e as ondas provocadas por tufões, mesmo podendo ser catastróficas, não são elencadas como tsunamis.

OS TSUNAMIS OU MAREMOTOS

Chamada de tsunami - palavra de origem japonesa que significa 'grande onda' (tsu = grande e nami = onda) -, a onda gigante e solitária forma-se em oceanos ou lagos por causa de um evento geológico. Isso quer dizer que, em geral, os tsunamis surgem após um terremoto nas profundezas dos oceanos causado pelo movimento das placas tectônicas (Para saber mais sobre placas tectônicas leia o box no final do texto). O terremoto pode desencadear uma avalanche submarina de lama e pedras, que movimenta a água de repente e com grande força. Isso intensifica o movimento das ondas e gera o tsunami.
A possibilidade de ocorrer um tsunami na Europa, na África e no Brasil é pequena. Já em continentes que são margeados pelo oceano Pacífico, as chances são maiores. Isso acontece porque há menos vulcanismos e movimento de placas tectônicas nas bordas dos continentes localizados às margens do oceano Atlântico do que em continentes com costa voltada para o Pacífico.
O fato é que a onda gigante pode viajar por centenas ou até milhares de quilômetros no oceano. Um terremoto no Chile pode provocar um tsunami na Austrália. São raros os tsunamis gigantescos que destroem vilas ou cidades costeiras. A maioria deles é muito fraco e gera ondas com poucos centímetros.
Existe a possibilidade de que a altura do tsunami aumente durante a viagem pelos oceanos. Uma onda com altura entre dois e quatro metros pode crescer ao atingir águas rasas que estejam próximas ao ponto de impacto da onda com a costa.
Tsunamis desse tipo já aconteceram na Califórnia, no Oregon e em Washington, estados localizados na costa dos Estados Unidos voltada para o oceano Pacífico. As ondas tinham entre dez e 18 metros. Existem pessoas que não sentem medo de ondas desse tamanho. Para alguns surfistas malucos, essa é a oportunidade de tentar pegar a maior onda de suas vidas.
Muitos países atingidos por tsunamis construíram centros para estudar esse fenômeno, como o Japão, os Estados Unidos, a Austrália e a Costa Rica. O objetivo é evitar catástrofes maiores. O monitoramento é feito através de sismógrafos posicionados ao redor do planeta e que emitem dados diários sobre a movimentação no interior da Terra. Os observatórios trocam esses dados e outras informações para que os pesquisadores possam prever quando um tsunami acontecerá e quanto tempo será necessário para ele chegar à costa. Com esse cuidado, as pessoas podem ser retiradas rapidamente das áreas de risco e levadas para locais seguros. Assim, o número de vítimas e os prejuízos materiais diminuem.
Há centros de pesquisa que estudam a possibilidade de o impacto da queda de asteróides nos oceanos em tempos remotos ter provocado fortes tsunamis.
Como conseqüência, mudanças drásticas na zona costeira teriam ocorrido, como o desaparecimento de algumas espécies e mudanças nos rumos da evolução de outras.
Esses fenômenos naturais mostram como a Terra é dinâmica, está em constante mudança e que é preciso aprender a conviver com eles.
Embora as ondas geradas pelos tsunamis possam se propagar a 800 Km/h, os navegadores quase não dão conta por elas. No entanto, ao aproximarem-se do litoral, essas montanhas de água erguem-se subitamente, devastando tudo à sua passagem.
Os tsunamis atravessam o oceano em poucas horas. Em 1960 um terremoto sacudiu o Sul do Chile. Menos de 24 horas depois, do outro lado do mundo, esse tremor deu origem a um tsunami que devastou as costas do Japão. Outro tsunami famoso foi o da ilha de Krakatau (antes conhecida como Krakatoa) na Indonésia, em 1883. Ele aconteceu por causa de grandes erupções vulcânicas nas Índias Orientais o que provocou nas costas de Java, Sumatra e ilhas vizinhas ondas terríveis, com 30 m de altura. Esse tsunamidestruiu completamente a cidade de Merak, levando um navio 2,5 km para o interior da ilha, a 10 metros do nível do mar! Nesse tsunami, mais de 36 mil pessoas morreram. Antes disso, em 1755, ondas com mais de 20 metros de altura atingiram o litoral de Lisboa, capital de Portugal, destruindo a cidade e matando centenas de pessoas.
Tsunamis Devastadores através dos tempos
1896: um dos piores desastres provocados por tsunami engoliu aldeias inteiras ao longo de Sanriku, no Japão; uma histórica onda submergiu cerca de 26.000 pessoas.
1883: mais de 36.000 pessoas morreram em Java devido a um tsunami causado pela erupção do vulcão Krakatoa, próximo ao estreito de Sonda (Sunda).
1946: Um terremoto nas ilhas Aleutas enviou um tsunami para o Havaí e matou159 pessoas, sendo que só cinco morreram no Alasca.
1964: Um terremoto no Alasca ativou um tsunami de até 20 pés de altura, matando 11 pessoas tão longe quanto na Cidade Crescent, Califórnia, e ao todo causou mais de 120 mortes.
1983: no Japão,104 pessoas morreram devido a um tsunami provocado por um terremoto próximo.
17 de julho de 1998: em Papua, na Nova guiné, um tsunami matou 3.000 pessoas. Um terremoto de magnitude 7.1, distante 15 milhas da praia, deu origem a uma onda de 40 pés de altura, e destruiu as aldeias de Arop e Warapu.
O mais recente deles: 26 de dezembro de 2004 - mais de 24.000 mortos contabilizados até o momento
O sismo e os maremotos de domingo (27/12), provocaram devastação em sete países do sul e sudeste da Ásia e causaram mais de 24.000 mortos, segundo números ainda provisórios.
O balanço das vítimas, até o momento (28/12, 11h60, quando escrevo esse artigo) por país é: 12.029 Indonésia; 4.491 Índia; 6800 Tailândia; 830 Malásia; 48 Maldivas; 43 Birmânia; 30 Bangladesh.
Em toda a região atingida, mais de um milhão de pessoas estão sem abrigo, os feridos são da ordem dos milhares e há também milhares de desaparecidos.
Vários países do leste europeu consideram prioritário criar pequenas unidades de saúde nos países asiáticos atingidos pelos maremotos para transferir as vítimas para hospitais não afetados pela catástrofe.
Não há muita gente para salvar neste caso, pois não é como o que ocorre num terremoto "normal". A falta de água potável e a degradação do saneamento básico são também questões essenciais.

AS PLACAS TECTÔNICAS

A crosta do nosso planeta é dividida em cerca de 20 pedaços, conhecidos como placas tectônicas. Essas placas encontram-se sobre o manto, a camada interior da Terra que é formada por "material gelatinoso". O núcleo da Terra aquece o material do manto, que se torna mais leve e sobe. Ao subir, ele esfria, fica mais pesado e desce. Assim acontece a movimentação do material aquecido no interior do nosso planeta, as chamadas correntes de convecção. Elas movimentam as placas tectônicas, que podem se afastar uma das outras ou chocar-se. Como os continentes encontram-se sobre as placas tectônicas, acompanham o movimento.
No hemisfério Sul, há cerca de 150 milhões de anos, no período Jurássico, as correntes de convecção dividiram em pedaços o megacontinente Gondwana. Elas fraturaram a crosta terrestre e separaram a América do Sul, África, Austrália, Antártica e Índia. Nas regiões de Gondwana, que hoje são Brasil e África, as correntes de convecção formaram fissuras e fraturas na crosta terrestre, o que gerou derramamento de lava. A ação contínua dessas forças também rompeu completamente a crosta terrestre e formou o oceano Atlântico. Porém, ele não parecia o vasto mar que é hoje: a fragmentação de Gondwana formou apenas um pequeno oceano, que só "cresceu" quando Brasil e África começaram a se afastar de forma gradual há, aproximadamente, 135 milhões de anos.
Quem pensa que Brasil e África já encontraram sua posição no globo terrestre depois de tantos milhões de anos em movimento, engana-se. As placas tectônicas sobre as quais os dois países estão localizados continuam a se afastar com velocidade média de dois centímetros por ano. Como o movimento das placas tectônicas é bastante lento em relação às dimensões da Terra, nós não percebemos a movimentação dos continentes. Mas equipamentos sensíveis comprovam que eles se movem.

Ø  Impactos Ambientais Globais

Os impactos ambientais: do local ao globo
Desde que o Ser Humano surgiu na face da terra, há milhares de anos, Ele vem provocando modificações no espaço geográfico. Durante Séculos, os impactos sobre o meio ambiente foram muito reduzidos, devido à pequena concentração populacional, e principalmente, a limitação técnica, que restringia as possibilidades de transformação da natureza.
A partir das revoluções industriais dos séculos XVIII e XIX, aumentaram os impactos das atividades humanas sobre o meio ambiente, pois, alem do crescimento populacional, houve avanço nas técnicas de produção e circulação de mercadorias, elevando a capacidade do ser humano de transforma à natureza.
Com o crescimento da industrialização e da urbanização, resultando em crescente consumo de combustíveis (carvão petróleo) e outros recursos naturais (madeira, minério, água, etc.),a intensidade e a abrangência territorial dos impactos foram aumentando , ate atingir a escala global.
Os impactos na escala local
O aumento da concentração de poluentes atmosféricos nas cidades causa uma serie de problemas, entre eles a elevação da temperatura nas zonas mais edificadas, conhecidas como “ilhas de calor”, além de provocar doenças respiratórias e desconforto nas pessoas, especialmente quando há inversão térmica
As queimadas das florestas e seus impactos
A queimada de uma floresta inicialmente também provoca impactos locais, como devastação da fauna e da flora, poluição do ar, erosão, etc. O acumulo de vários focos de poluição local pode causar impactos em escala regional, como a chuva acida resultantes da emissão de dióxido de enxofre na atmosfera, e em escala global, como o aumento do efeito estufa e a destruição da camada de ozônio.
Efeito Estufa
O interessante e pensar que se este fenômeno não ocorresse, a vida na terra como nos a conhecemos não existiria, o problema esta no aumento exagerado da temperatura media do planeta, devido ao aumento da concentração de gases estufa na atmosfera, especialmente o gás carbônico.
A crescente concentração de gases estufa na atmosfera, resultantes da queima de combustíveis fosseis e da queima de florestas, provoca um aumento da retenção de calor irradiado pela Terra, elevando a temperatura media do planeta. Os raios ultravioletas (UV) provenientes do sol passam pela atmosfera, porém o calor irradiado pela Terra não, ocorrendo à elevação da temperatura.
Como vai a temperatura do planeta Terra?
A elevação da temperatura media do planeta poderia causar alterações na circulação das massas de ar em escala global, provocando mais chuvas e enchentes em algumas áreas e secas em outras, com graves prejuízos a agricultura. Poderia ainda favorecer a ocorrência de doenças transmitidas por insetos, como a malaria, a dengue, a febre amarela, entre outras.
Protocolo de Kyoto

Esse Protocolo tem como objetivo firmar acordos e discussões internacionais para conjuntamente estabelecer metas de redução na emissão de gases-estufa na atmosfera, principalmente por parte dos países industrializados, além de criar formas de desenvolvimento de maneira menos impactante àqueles países em pleno desenvolvimento.

Diante da efetivação do Protocolo de Kyoto, metas de redução de gases foram implantadas, algo em torno de 5,2% entre os anos de 2008 e 2012.

O Protocolo de Kyoto foi implantado de forma efetiva em 1997, na cidade japonesa de Kyoto, nome que deu origem ao protocolo. Na reunião, oitenta e quatro países se dispuseram a aderir ao protocolo e o assinaram dessa forma se comprometeram a implantar medidas com intuito de diminuir a emissão de gases.

As metas de redução de gases não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados de redução para os 38 países que mais emitem gases, o protocolo prevê ainda a diminuição da emissão de gases dos países que compõe a União Européia em 8%, já os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%.

Países em franco desenvolvimento como Brasil, México, Argentina, Índia e principalmente a China, não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.

O Protocolo de Kyoto não apenas discute e implanta medidas de redução de gases, mas também incentiva e estabelece medidas com intuito de substituir produtos oriundos do petróleo por outros que provocam menos impacto.

Diante das metas estabelecidas o maior emissor de gases do mundo, Estados Unidos, se desligou em 2001 do protocolo, alegando que a redução iria comprometer o desenvolvimento econômico do país.

As etapas do Protocolo de Kyoto

Em 1988 ocorreram na cidade canadense de Toronto a primeira reunião com líderes de países e classe científica para discutir sobre as mudanças climáticas, na reunião foi dito que as mudanças climáticas têm impacto superado somente por uma guerra nuclear. A partir dessa data foram sucessivos anos com elevadas temperaturas, jamais atingidas desde que iniciou o registro.

Em 1990, surgiu o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), primeiro mecanismo de caráter científico, tendo como intenção alertar o mundo sobre o aquecimento do planeta, além disso, ficou constatado que alterações climáticas são principalmente provocadas por CO2 (dióxido de carbono) emitidos pela queima de combustíveis fósseis.

Em 1992, as discussões foram realizadas na Eco-92, que contou com a participação de mais de 160 líderes de Estado que assinaram a Convenção Marco Sobre Mudanças Climáticas.

Na reunião, metas para que os países industrializados permanecessem no ano de 2000 com os mesmos índices de emissão do ano de 1990 foram estabelecidas. Nesse contexto as discussões levaram à conclusão de que todos os países, independentemente de seu tamanho, devem ter sua responsabilidade de conservação e preservação das condições climáticas.

Em 1995, foi divulgado o segundo informe do IPCC declarando que as mudanças climáticas já davam sinais claros, isso proveniente das ações antrópicas sobre o clima. As declarações atingiram diretamente os grupos de atividades petrolíferas, esses rebateram a classe científica alegando que eles estavam precipitados e que não havia motivo para maiores preocupações nessa questão.

No ano de 1997, foi assinado na cidade japonesa o Protocolo de Kyoto, essa convenção serviu para firmar o compromisso, por parte dos países do norte (desenvolvidos), em reduzir a emissão de gases. No entanto, não são concretos os meios pelos quais serão colocadas em prática as medidas de redução e se realmente todos envolvidos irão aderir.

Em 2004 ocorreu uma reunião na Argentina que fez aumentar a pressão para que se estabelecessem metas de redução na emissão de gases por parte dos países em desenvolvimento até 2012.

O ano que marcou o início efetivo do Protocolo de Kyoto foi 2005, vigorando a partir do mês de fevereiro.

Com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, cresceu a possibilidade do carbono se tornar moeda de troca. O mercado de créditos de carbono pode aumentar muito, pois países que assinaram o Protocolo podem comprar e vender créditos de carbono.

Na verdade o comércio de carbono já existe há algum tempo, a bolsa de Chicago, por exemplo, já negociava os créditos de carbono ao valor de 1,8 dólares por tonelada, já os programas com consentimento do Protocolo de Kyoto conseguem comercializar carbono com valores de 5 a 6 dólares a tonelada

O Buraco na Camada de Ozônio

A camada de ozônio é uma capa desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de
radiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer
de pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados
produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói
as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera. Sem
essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior,
aumentando as chances de contração de câncer.

Nos últimos anos tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buraco
na camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial. As
ineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituir
esse gás, principalmente nos refrigeradores, provavelmente vêm fazendo com que o buraco continue aumentando,
prejudicando cada vez mais a humanidade. Um exemplo do fracasso na tentativa de se eliminar a
produção de CFC foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo planeta. Em 1978 os
EUA produziam, em aerossóis, 470 mil toneladas de CFC, aumentando para 235 mil em 1988.
Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em
1978, passou para 540 mil em 1988, mostrando a necessidade de se utilizar esse gás em nossa•vida quotidianas. É muito difícil encontrar uma solução para o problema.

O buraco

A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida. Nessa região,
principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é
misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma
área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da
superfície do planeta. Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é
sensível; de 3 a 7% do ozônio que a compunha já foi destruído pelo homem. Mesmo menores
que na Antártida, esses números representam um enorme alerta ao que nos poderá acontecer, se
continuarmos a fechar os olhos para esse problema.
Os raios ultravioletas e sua ação nos ecossistemas
Os raios ultravioletas também são perigosos para os animais e o plâncton marinho, porque interferem em seus mecanismos de reprodução, e para as plantas, porque provocam a redução da velocidade do processo de fotossíntese.
Os gases CFC são os principais responsáveis pela destruição da camada de ozônio.
Recursos Hídricos
Em termos de recursos hídricos a terra apresenta três quartos de sua superfície cobertos de água. Essa abundancia induz muitos a pensar que a água é um recurso inesgotável, no entanto, isso não é verdade.
A crescente poluição das fontes de água doce pelas atividades urbanas e rurais,assim como o aumento continuo do consumo,como conseqüência do aumento da população e da expansão das atividades econômicas, estão fazendo com que em muitas regiões do globo esse precioso liquida seja cada vez mais escasso.
A sociedade urbano-industrial e o comunismo
As temáticas ambientais precisam ser permanentemente discutidas, tendo como finalidade à formação de uma consciência ecológica e conseqüente a efetivação de uma nova postura em termos de responsabilidade de cada um de nos na solução de problemas ambientais.
Esta nova é fundamental em razão do excessivo aumento dos impactos ambientais a partir do final do século XVIII, como conseqüência das revoluções industriais e do avanço das técnicas de exploração e transformação da natureza. Além disso, houve um crescimento exponencial da população do planeta, composta de pobres em sua maioria. No entanto, o consumismo da minoria rica é o que mais colabora para a deterioração do meio ambiente.
As empresas e a tecnologia limpa
Atualmente, algumas empresas já estão conseguindo certificados da serie ISSO-14000, que regula a administração e o controle dos impactos ambientais gerados pela atividade econômica. Esses certificados são emitidos por organismos em vários países, protocolados pela Organização Internacional de Normalização. As empresas que obtém esses certificados seguem normas de produção que não causam agressão ao meio ambiente, economizam energia, previnem a poluição e os acidentes de trabalho, entre outras atitudes favoráveis ao meio ambiente e as pessoas.
Quem polui mais o ambiente
Os impactos ambientais são provocados em maior escala pelos países desenvolvidos, que concentram os principais parques industriais e as maiores sociedades de consumo. Eles representam apenas 14,7 pro cento da população mundial, no entanto, são responsáveis pelo consumo de 48,8 por cento, quase metade da energia utilizada no mundo. São os maiores fabricantes e consumidores de bens industrializados, como automóveis, eletrodomésticos, papeis, plásticos, metais, borrachas, etc. provocando grande dilapidação dos recursos naturais não apenas em seus territórios, mas no mundo inteiro, pois compram matérias-primas extraídas em vários lugares.
Além disso, são também os principais poluidores mundiais, responsáveis pela emissão de 43,8 por cento do dióxido de carbono mundial, portanto, principais responsáveis pelo efeito estufa.
CONCLUSAO: A partir desses dados, pode-se concluir que os países desenvolvidos, com seu elevado padrão de consumo, são responsáveis pelos principais impactos ambientais, como o efeito estufa e o buraco na camada de ozônio, muito mais do que o excesso de população , típico dos países subdesenvolvidos.Os EUA , com 4,7 por cento da população mundial, respondem por 23,2 por cento da energia consumida no mundo e 22,2 por cento do dióxido de carbono emitido.






23 comentários:

  1. Obrigadaa! Isso vai cair no IF :)
    Ajudou muuuito!

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  2. isso foi muito irado

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  3. Carálhoo Zica~maneiro,irado. Mto obg! isto me ajudou mto, estava precisando mto desses assuntos pra fazer a prova do I.F.P.B

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  4. vlw ai vai cair no ifpb

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  5. ooo Glória, me ajudou mt, vai cair no IF sertão

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  6. Eu tam bem vou fazer essa prova do I F P B

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  7. Cara, me ajudou totalmente, fazer a prova do IFPB e pá, estava precisando. (:

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  8. Pow, ajudou demais, li tudinho, vai ajudar muito pra fazer a Prova do IFPB 2012

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  9. valew vai cair isso na prova do IF tava loco procurando valew

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  10. uma força a mais sempre é bom, me ajudara muito ao fazer a prova do IFPB....

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  11. muito bom tava precisando pq vai cair na prova do IFPB vlw

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  12. é outra vez na I.F.P.B vlw !

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  13. Me ajudou muito vai cair na prova do ifpb :)))) valeu

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  14. Aii assim .. Alguém aqui passou no IFPB ?

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  15. também estou estudando isso para o IFPB campus joão pessoa, boa sorte pra quem também está! *-*

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  16. Ain gente. Minha prova é amanhã [IFPB, Campina Grande]. Nervosa !
    Boa sorte pra quem vai fazeeer. UHU.

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  17. Estou estudo para a do IF SERTÃO - PETROLINA-PE

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  18. Vai ajudar muito... Para o provão do IF Sertão - Campos Petrolina- PE!!!

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  19. É isso ai gente! Também me ajudou muitooo, vou fazer a prova do IF Sertão - Campos Petrolina-PE

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  20. Tbm me ajudou muiito para prova do IF Sertão - Campos Petrolina-PE

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